sábado, 9 de abril de 2011

Workaholic ou Worklover?

Você é um Worklover?

Se por um lado existem pessoas que acordam para trabalhar com a sensação de que carrega o mundo nas costas e só irão cumprir a carga horária para honrarem seus compromissos no final do mês, por outro há quem acorde cedo e disposto a vencer os desafios impostos pelo ambiente organizacional. No primeiro caso, nos deparamos com profissionais desmotivados e no segundo com quem pode ser considerado um worklover, ou seja, um apaixonado pelo trabalho. Registre-se aqui que um worklover nada tem a ver com os chamados workaholics - viciados no trabalho, que dedicam quase 100% das suas vidas apenas às responsabilidades laborais. Vejamos, então, algumas características dos que são apaixonados pelo trabalho.

1 - Se apaixonado pelo trabalho significa que a pessoa tem prazer em realizar suas atividades motivado pela sua própria capacidade profissional.

2 - Aceita os desafios não como um "castigo" ou "fardo", mas sim como uma oportunidade de desenvolvimento que poderá impactar no sucesso da sua carreira.

3 - Quando supera as metas, o apaixonado pelo trabalho não espera elogios para se sentir motivado e reconhecido pela empresa. Ele próprio reconhece o seu valor e seu estímulo motivacional revela-se de "dentro para fora".

4 - Sua mesa pode ficar repleta de post-it, papeis, agendas, mas para o worklover isso não significa bagunça, pois ele sabe localizar rapidamente o material que precisa para concluir seu trabalho. Essa aparente "desorganização" tem um significado para ele.

5 - Enquanto as pessoas reclamam que os ponteiros dos relógios não saem do lugar, o apaixonado pelo trabalho fica surpresa com a rapidez que o dia passou e deixa as prioridades anotadas em sua agenda para o dia seguinte para otimizar seu tempo.

6 - O worklover não fica recluso em uma ostra. Pelo contrário, ele sente prazer em compartilhar com os amigos não apenas as suas conquistas no ambiente de trabalho, mas também se mostra disposto ao aprendizado contínuo com seus pares.

7 - O volume de trabalho não o deixa "em pânico" ou "revoltado". Ele considera suas responsabilidades como atribuições de valor tanto para o negócio da empresa quanto para ele.

8 - Diante das suas responsabilidades, o worklover se mantém no nível de estresse considerado saudável, pois coloca entre suas competências comportamentais encontram-se o controle emocional.

9 - Como ninguém é de ferro, tampouco o workaholic foge a essa "regra". Ao primeiro sinal de que seu organismo não está bem, não hesita em marcar uma consulta médica e recorre a orientações de especialistas para tratar bem a sua saúde.

10 - Se o workaholic deixa a vida pessoal de lado e direciona sua via apenas para o trabalho, o worklover é perfeitamente capaz de administrar seu tempo entre trabalho e sua vida social. Ou seja, ele não abre mão e momentos de lazer, reserva tempo para ficar na companhia dos familiares e das pessoas que ama.


Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Fim de ano

Por Sandra Maia


A hora é de rever, recomeçar... Agora pouco, conversando com meu porteiro, ele afirmava: "Em 2011, vou ganhar na loteria! E, eu, feliz por ele - estimulei: "Isso! Faça, jogue, tente - é possível mesmo que você chegue lá". Contei então a ele a história de outro velho amigo - ele sempre dizia isso. Dizia e jogava até que, por fim, ganhou na loteria! Não foi muito - o suficiente para viver uma vida tranqüila por muitos anos...
A questão é acreditar e fazer! Acreditar que pode e tentar... Mas, na vida, como no jogo, é preciso mais que isso. É preciso estar pronto para os percalços - os acertos e erros... Bem, voltando para a conversa, resolvi desafiar o porteiro! "Ok", disse, "jogar é muito bom e pode realmente te fazer muito rico. Agora o que você vai fazer nesse meio tempo? O que fará enquanto a fortuna não chega?" É essa a questão.

O QUE FAZEMOS NO MEIO TEMPO? O QUE FAZEMOS ENQUANTO A VIDA ACONTECE? Vamos ficar só no discurso ou vamos tomar nossas vidas com as nossas próprias mãos? Fim de ano é bom para isso. Para revisitar nossas vidas, nossas relações... Quanto ao porteiro - bem, ele está já trabalhando num plano B! Vai voltar a estudar, encontrar novas oportunidades - ou seja, está se preparando, deixou de ser passivo, é agora ativo, agente, dono de sua própria sorte!

Tudo isso só para abrir a reflexão sobre essa sensação de fim de ano. Ela renova todas as nossas energias, nos traz esperanças e nos dá o direito de recomeçar - com novos planos, novos sonhos, novas possibilidades, novos eus. E isso é mais que bom - é ótimo! Podemos nos REINVENTAR! RECRIAR NOSSAS RELAÇÕES! REDESENHAR NOSSA VIDA!

Riscos, sim
Essa é a época de arriscar - sair da estagnação, da não ação, da reação. A hora de correr riscos, agir, planejar, reinventar o futuro - viver o presente, deixar para trás o que ficou... É HORA DE ATITUDE! Sim! Todos podemos correr riscos?!? Sim! Todos nós podemos e devemos. Somos seres humanos e como tal não somos mesmo perfeitos, mas podemos fazer a diferença, acontecer - então, que venham os desafios, o novo ano, a nova vida, as relações reinventadas!

E não importa quão longe estejamos dos nossos sonhos - é preciso dar o primeiro passo. Acreditar, fazer por merecer. E, nesse sentido, quanto antes melhor, mais cedo vamos colher os frutos... E, nesse pensar, não importa nosso estado de espírito - feliz ou triste, com a auto-estima em alta ou em baixa, com ou sem um companheiro. Na virada do ano podemos experimentar fazer diferente - acordar nossos sonhos, empreender o que nunca tivemos: coragem.

Podemos aproveitar esses últimos dias como se fossem UM MEIO TEMPO - UM NÃO TEMPO - um espaço para exercitar a visão, a imaginação, o novo, o que não sabemos, validar o que temos - buscar o que queremos ser. Podemos fazer as mudanças que quisermos - no visual, no saber, no físico, no emocional. Nesse meio tempo PODEMOS TUDO!

Autoconhecimento
Essa é uma excelente oportunidade para trabalhar o autoconhecimento! SABER EXATAMENTE ONDE ESTAMOS, TRABALHAR NO AONDE QUEREMOS ESTAR, E, MAIS CONHECER ATÉ ONDE DESEJAMOS CHEGAR... Quer mais? Só mesmo acreditando que somos responsáveis por tudo de bom e ruim que nos acontece. Então - cientes dessa nossa responsabilidade por nossas vidas - confiar que tudo, tudo que nos acontece vem para nos fazer mais fortes, mais corajosos, mais sábios... Depois é só agradecer e olhar para frente... Vamos até onde pudermos inventar.

Vale aqui um balanço geral - do que queremos ou não levar conosco para 2011. Podemos deixar para o ano velho a falta de coragem, a inveja, a descrença, as crenças erradas, o achar que sabemos tudo, que já vivemos tudo, que não há mais tempo para recomeçar. Podemos deixar para traz a vergonha, a agressividade, os medos, a falta de atitude, a tristeza, o desamor, a perda, o luto. Podemos deixar para traz tudo o que nos faz mal, o que tira-nos a paz, nos tira da felicidade - do caminho.

Podemos mais - buscar o que nos faz bem, mais e melhor. Podemos viver com base no BOM, no BELO e no VERDADEIRO. Ou seja, se não estiver nesse contexto, não serve... Não acrescenta, não agrega. Não nos pertence. Nessa virada o convite é para que todos possamos exercer a força que temos e que está dentro. É difícil - mas é a hora de olhar, ver e rever o que nos fez chegar até aqui.

O que se quer
Bom ou ruim, o que vivemos e experimentamos nos trouxe até 2010. Agora caberá a cada um definir o que quer manter, o que quer levar junto, o como se quer chegar a 2011, 2012, 2013 etc, etc... Então, meu convite a vocês é fazer a virada leves, livres, desapegados, fortes, bonitos, íntegros! Refletir como quer ser - nos próximos 10 dias, 10 meses ou 10 anos.

Aproveite para projetar-se no futuro. Estabelecer metas e, então, o plano: o que precisa ser feito, passo a passo para chegar lá!?! Quando descobrir, faça! Volte a estudar, adote uma criança, comece um trabalho comunitário, adote um animalzinho, faça terapia, economize, aprenda uma nova arte, encontre um novo amor, aprenda a dizer não, aprenda a dizer sim, inicie um novo ofício, leia mais, brinque mais, sorria mais, a vida, a relação, os outros agradecem!

E se puder ainda deixar uma última mensagem, deixaria para você um pedido: vamos olhar nossos erros, aprender com eles, exercitar a humildade e aprender também com os erros dos outros. E quando aprendermos, vamos mudar - não importa o quanto seja difícil -, tentar fazer diferente. Não se deixar calar, não se omitir, praticar, experimentar uma vida disciplinada, com respeito a nossos sonhos e também limites.

Viver com base na ética, na liberdade e na responsabilidade pela vida. Só assim vamos, afinal, existir e de algum modo contribuir para a construção de um mundo melhor! Feliz 2011.


(*) Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes e Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno, editados pela Celebris.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A Arte de Pedir Desculpas

Como pedir desculpas corretamente e confrontar o ato com o verdadeiro perdão

Por: Israel Belo de Azevedo

Em um programa televisivo de entrevistas, o presidente norte-americano Barack Obama referiu-se ao seu desempenho em determinado esporte como sendo um resultado digno de atletas especiais. Ao final do programa, percebendo que fora ofensivo, telefonou para um dirigente de esportes para pessoas portadores de deficiências e pediu desculpas.

O dirigente achou apropriado o pedido e o aceitou. Como "palavra de rei não volta atrás", o gesto de Obama foi considerado muito especial, por sua raridade. Não é mesmo comum que uma pessoa em sua posição peça desculpas. Não sei também se, de fato, no íntimo, o presidente ficou constrangido, ou se quis apenas evitar o constrangimento da censura do "politicamente correto". Talvez ele volte a dizer o mesmo numa mesa de restaurante entre amigos.

Desculpar é tirar a culpa de alguém. Desculpar-se é pedir a alguém que lhe tire a culpa. Há muitas maneiras de pedir desculpas, a mais difícil é: "Desculpe o meu erro. Espero não fazer isso de novo". Acho fraco o verbo desculpar; prefiro o perdão: "Perdoe-me pelo mal que meu erro lhe causou". É frase para poucos, só mesmo para os bem-aventurados. Os demais tendem a esboçar palavras de desculpas, que, muitas vezes, pioram as coisas. Agora, para ajudar a quem apenas quer parecer que pediu desculpas, eis algumas frases que podem ajudar:

- Não acho que tenha errado, mas lamento muito que a minha atitude lhe tenha trazido algum dano.

- Não tive a intenção de ofender você, mas, mesmo assim, peço desculpas pelo transtorno que involuntariamente causei.

- A sua atitude não me deixou alternativa, senão reagir desse modo. Lamento muito.

- Peço desculpas não pelo que fiz, mas pela forma que fiz; como vocês sabem, eu estava sob intensa pressão e me excedi.
- Não era essa a minha intenção, mas, se magoei você, queira me desculpar.

- Errei, mas, no meu lugar, qualquer um erraria. Desculpe.

- Desculpe, mas você sabe que eu sou assim.

A lista pode ser interminável, porque, em matéria de auto-engano, não há quem supere o ser humano. Todas essas desculpas se resumem a uma frase que não foi dita: "Na verdade, a culpa é sua". O que essas frases, na verdade, pretenderam dizer foi:

- Se eu não errei, mas você se ofendeu, a culpa é sua por ser assim tão sensível e sofrer sem necessidade.

- Se eu não tive a intenção, você deveria se colocar no meu lugar e ver minha boa intenção.

- Se você me forçou a agir como agi, você é quem me deve pedir desculpas.

- Se errei apenas na forma, é porque eu estava certo no essencial e você não prestou atenção.

- Se magoei você e você não deveria ficar magoado, você é quem me deve desculpas, por me fazer sentir tão mal.

- Se errei, como qualquer um erraria, não sou pior que ninguém.

- Se minha natureza falou mais alto e explodi, você deveria ser mais compreensivo e menos exigente comigo.

O que fazer diante de pessoas capazes de nos atacar triplamente - nos ofendem, nos culpam e nos fazem a sentir mal por sermos tão cruéis?

Manter distância. A distância deve suceder um esforço de diálogo pedagógico, no afã de mostrar a impropriedade ofensiva dos falsos pedidos de desculpas. A distância deve ser acompanhada da observação participante e mesmo da expectativa honesta de que haverá mudança. No entanto, para alguns, isso não é cristianismo sincero. O perdão é a atitude correta a se tomar quando cometemos um erro. "Perdoe-me" são as palavras certas a se dizer. Perdoar é mais que desculpar, vai além de tirar a culpa de alguém. Quando perdoamos alguém, tiramos a culpa da pessoa e a assumimos para nós, com o compromisso de não mais nos lembrarmos do ocorrido. O sacrifício de Jesus na cruz foi a maior prova de amor que qualquer pessoa poderia receber. Através da morte de seu único filho, Deus nos concedeu perdão por todos os nossos pecados. Ao aceitarmos esse sacrifício, com sincero arrependimento por nossas iniqüidades, Deus nos concede perdão e apaga de sua memória nossas faltas para sempre. Somos desafiados a fazer o mesmo em nossos relacionamentos.

Fonte:http://www.mundocristao.com.br/seumundodet.asp?cod_seumundotexto=105

Para Pensar

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes, da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.
Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados, não se compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso, se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde esta, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois, quem deseja fazer algo, encontra um meio; quem não deseja fazer nada, encontra uma desculpa.


Roberto Shinyashiki

ELEIÇÕES

Talvez a primeira campanha política de que se tem notícia ocorreu por volta de 1.000 aC. O Rei Davi tinha um filho chamado Absalão que fazia oposição ao governo de seu pai. A história conta que ele se colocava na entrada da cidade e abordava todas as pessoas que iam ao rei Davi para apresentarem alguma demanda por justiça, ou relacionada a impostos ou ainda uma causa social. Veja a narrativa do segundo livro de Samuel no capítulo 15:

E levantando-se ABSALÃO cedo, parava ao lado do caminho da porta; e quando algum homem tinha uma demanda para, vir ao rei a juízo, ABSALÃO o chamava a si e lhe dizia: De que cidade és tu? E, dizendo ele: De tal tribo de Israel é teu servo;
ABSALÃO lhe dizia: Olha, a tua causa é boa e reta, porém não há da parte do rei quem te ouça.
Dizia mais ABSALÃO: Ah, quem me dera ser constituído juiz na terra! para que viesse ter comigo todo homem que tivesse demanda ou questão, e eu lhe faria justiça.
Assim fazia ABSALÃO a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; desse modo ABSALÃO furtava o coração dos homens de Israel.


Analisando essa passagem notamos muita semelhança com a propaganda política de hoje em pelo menos dois aspectos: O candidato deprecia seu oponente apontando suas falhas, verdadeiras ou inventadas e ao mesmo tempo exalta suas próprias qualidades, novamente verdadeiras ou inventadas.

Quando lemos toda a história de Absalão percebemos que se tratava de um homem violento, imoral, corrupto, mimado, sem temor a Deus, dissimulado, traidor, dentre outras qualidades. E mesmo assim o texto diz que ele "furtava o coração dos homens de Israel"

Pessoas com essas mesmas qualidades têm sido sistematicamente colocadas nos mais altos cargos desse país! Com suas propagandas milionárias elas "furtam" o coração do povo.

Em ano de eleições devemos estar cientes e precavidos! Não podemos depositar nossa esperança em seres humanos!

" Assim diz o Senhor: Maldito o homem que CONFIA NO HOMEM, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!" (Jeremias 17:5)

" Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!" (Salmo 33:12)


Pense nisso,

Pastor Gilberto Gedaías Alves

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Se um cachorro fosse seu professor




Se um Cachorro fosse seu Professor, você aprenderia coisas assim...

Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.

Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

Corra, pule e brinque todos os dias.

Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos
e deite debaixo da sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...
volte e faça as pazes novamente.

Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

Se alimente com gosto e entusiasmo.

Coma só o suficiente.

Seja leal.

Nunca pretenda ser o que você não é.

E o MAIS importante de tudo...

Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio,
fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!

Texto: Autor Desconhecido


domingo, 7 de fevereiro de 2010

CONFLITO DE GERAÇÕES

"SEMINÁRIO"

Há um problema comum a todas as empresas de qualquer parte do mundo. É um problema de diferenças de valores, de ambições, de pontos de vista. É, em suma, um problema de gerações. De gerações em conflito.

Em termos genéricos, existem atualmente quatro gerações típicas a trabalhar. Elas cobrem um período temporal de quase oitenta anos, de 1922 a 2000. Veremos a seguir o perfil do comportamento de cada uma:

Veteranos
Nasceram entre 1922 e 1943, antes da Segunda Guerra Mundial, um evento que os marcou profundamente. Seguem valores como a família, a lealdade, os direitos civis, o respeito pela autoridade e a moralidade. No local de trabalho são os detentores dos princípios éticos e da memória coletiva da empresa. O seu estilo típico de liderança é o autoritário, orientado para os princípios clássicos do comando. Dos seus colaboradores esperam, sobretudo, lealdade e dedicação. Eles são atraídos pela segurança e estabilidade.

Boomers
São os indivíduos nascidos entre 1943 e 1960, ou seja, todos aqueles que cresceram na era do progresso, das oportunidades e do otimismo. Como são crianças do pós-guerra, olham com grande atenção para frente. São pessoas egocêntricas. Acreditam que não há nada que não possam resolver e qualquer dificuldade é apenas uma oportunidade para exaltar a sua mestria.
As boas notícias é que são pessoas preocupadas com a participação e a manutenção do bom ambiente e da justiça no local de trabalho. Põem a carreira à frente de tudo, inclusive da família. Por outro lado, estão aptos para trabalhar em todos os tipos de organizações, desde as não lucrativas às grandes multinacionais.

Geração X
Agrupa os nascidos entre 1960 e 1980. Os X cresceram na sombra dos boomers. Sobreviveram o melhor que puderam aos choques econômicos dos anos 70 e 80. Eles são uma geração profundamente fragmentada. Simultaneamente, são adeptos e sentem-se confortáveis com a mudança. São claros no sentido da palavra “equilíbrio” para as suas vidas. Aprenderam que um emprego não é uma garantia de sobrevivência. São altamente qualificados. Dominam a tecnologia e adaptam-se facilmente a várias funções e tanto trabalham bem em equipe como individualmente. Os X são positivos quanto ao futuro.

Geração Y ou Next
Esta geração inclui os jovens que nasceram entre 1980 e 2000. Eles são filhos dos baby-boomers e dos primeiros membros da geração X. Também são chamados «geração Net», pois mergulharam diretamente no mundo tecnológico e otimista atual. É um grupo otimista. Eles são a geração mais tolerante de sempre. Uma boa parte deles ambiciona trabalhar logo a seguir ao ensino secundário. Eles são uma combinação da ética de trabalho de equipe dos Boomers com a atitude de “eu consigo fazer” dos Veteranos e a segurança tecnológica da Geração X.


Quando as gerações trabalham em conjunto, os conflitos são naturais. Em certo sentido, podem até ser desejáveis, se as organizações utilizarem essa energia de forma positiva, promovendo a convergência de pontos de vista, paixões e inspirações. Existem cinco grandes princípios para lidar com o choque de gerações.

■ Gênero (Homens e mulheres)

■ Sexual / Sexualidade (homossexualismo)

■ Cultural: Ocidental e Oriental

■ Época (Diferença de Idade)


É importante conhecê-los, saber qual é sua amplitude e como estamos preparados para trabalhar com eles.


1. Respeitar as diferenças
2. Diversidade no trabalho
3. Gestão moderna
4. Igualdade de tratamento
5. Manter os melhores quadros